segunda-feira, agosto 11

"Words"

Sabe, eu gosto de jogo de palavras.Eu vou fazer um agora, com o que eu acho e sinto.
escola-estudar-flertar-beijar-tocar-cortar-pulsos-palpitações-coração-confusão-vida-rotina-escola-trabalho-casa-conflitos-interior-alma-inferno-céu-amor-platônico-ele-intocável-inexistente-felicidade-placebo-sonho-vida-inferno-rotina-sufocante-pais-ódio-vida-ele-desilusão-engano-descompromisso-escola-refúgio-amigos-necessidade-amor.

2 comentários:

Anônimo disse...

Rola uma historinha boa, aí, hein?! ;)

Naquela escola onde os outros pensavam que íamos lá para estudar, enganavam-se ao perceber que para aqueles alunos, flertar era mais importante; e tão valorizado quanto beijar ou simplesmente tocar o outro. É nesse lugar onde você se lembra da vontade de cortar os pulsos, ao sentir as palpitações do coração ao ver AQUELA pessoa. A sua confusão, ou melhor, a sua vida se sentindo massacrada pela rotina: escola-trabalho-casa onde os conflitos reinam no interior da sua alma vazia que parece não saber distingüir o inferno do céu.
Lá, onde você alimenta aquele amor platônico, pensando somente nele e esquecendo dos outros, mesmo sabendo ser uma paixão intocável mutuamente; onde é inexistente uma resposta de amor, qualquer que seja.
Aí a felicidade parece ser como um mero efeito placebo, uma ilusão, um sonho que mostra você já acreditando que sua vida virou um inferno com aquela sua mesma rotina constantemente sufocante, que inclui seus pais, suas frustações e o ódio que você insiste em alimentar por quem pode até não te entender, mas quer sempre o seu bem.
Isso tudo até quando você perceber que sua vida não se resume à ele, que foi tudo desilusão, um simples engano do seu coração, cansado e desnorteado com sua irresponsabilidade e descompromisso com tudo, inclusive com aquela sua escola que era o refúgio que abrigava seus amigos, os únicos que muitas vezes conseguiam suprir sua necessidade de amor


Beeijo.

Unknown disse...

Cara, visitei aqui pela primeira vez e, supreendentemente, fiquei interessada. É totalmente quase impossível eu me interessar por um blog, mas você é um artista.
Você escreve mais do que bem, excepcionalmente, na verdade.
Parabéns, Lippe.